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	<title>Isto é Música &#187; Ramones</title>
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	<description>Música, não importa de onde.</description>
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		<title>Talkin&#8217; &#8217;bout: Qualidade</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 23:32:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bigmontz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Talkin' 'bout]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[punk]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ramones]]></category>
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		<description><![CDATA[Um paralelo entre conceitos de qualidade usados em administração e música num jogo de comparações e analogias entre os dois mundo a fim de entender a música como produto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-845" title="Ramones" src="http://istoemusica.bigmontz.com/wp-content/uploads/2010/02/ramones_simpsons.jpg" alt="" width="290" height="300" /> Em muitas escolas de administração, um produto de qualidade é aquele que atende as necessidades do seu público alvo, seja um produto feito sobre encomenda (neste caso o público alvo é um cliente específico) ou produto dito de prateleira que será consumido por muito consumidores. Assim, olhando música como um produto para consumo de massa poderíamos considerar uma música de qualidade aquela que atende as necessidades do nicho para qual ela foi feita e uma forma de comparar a qualidade das músicas feitas para um determinado nicho seria a medição de indicadores como satisfação dos &#8220;clientes&#8221; (através de votações), vendas de cds, ingressos para shows ao vivo e produtos relacionados a tal artista.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo mais a fundo neste pensamento, uma forma de um artista conseguir um álbum que seja melhor que os outros naquele momento é ele atender as necessidades do público alvo (ser eficaz) e conseguir isso sem gastar muitos recursos (ser eficiente). Agora você deve estar se perguntando: &#8220;Agora, essa teoria de m que você elaborou pode ser aplicada a vida real?&#8221;. Respondo: &#8220;Talvez sim, talvez tenha até ter sido aplicado a anos sem ninguém perceber.&#8221;</p>
<h4>Ramones</h4>
<p style="text-align: justify;">Por incrível que pareça, os Ramones talvez seja o melhor exemplo da aplicação deste conceitos à música pelos seguinte motivos:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Identificação das necessidades do público alvo: </strong>antes da montar a banda, Joey Ramone assistiu o maior número de shows de rock possíveis e identificou o que fazia, para ele, estas bandas fazerem sucesso. Ou seja, o que elas faziam que atendiam o público alvo de uma banda de rock;</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Eficiência: </strong>Os Ramones conseguiram criar um produto que atendia a seu público alvo de forma extremamente eficiente, nada foi desperdiçado, a simplicidade da música e facilidade com a qual atingia seu público alvo é notável.</li>
</ul>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/G7FdJajqxmU  " /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/G7FdJajqxmU  "></embed></object></p>
<p>Evidentemente que não foi só o Ramones quem &#8220;usou&#8221; estes conceitos, o próprio conceito de influência música pode ser adotado como uma pesquisa de mercado, pois quando você usa as suas influências você acaba por aproveitar características que você considera importante em uma música.</p>
<h4>Papel dos Críticos</h4>
<p style="text-align: justify;">Você deve estar pensando: &#8220;Legal, música é produto e a qualidade é medida na recepção do público, então críticos não servem para nada&#8221;. De fato, olhando a música desta forma o papel dos críticos passa a ser o que realmente eles são: &#8220;Avalidadores de características de produto&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O papel da crítica é avaliar as características dos produtos e opinarem quanto a sua competência em atingir diversos públicos alvos, na verdade, o crítico é um grande recomendador de produtos, eles funcionam como ferramenta de divulgação e marketing.</p>
<h4>Conclusões</h4>
<p style="text-align: justify;">Evidente que música não é só um simples produto, música também é arte e isso torna totalmente não mensurável  as variáveis que a caracterizam e que medem sua qualidade. Por isso, este post foi mais uma viagem a fim de entender a música por ponto de vista pouco explorado e possibilitar novas maneiras de ver as coisas. Além disso, creio que maioria dos leitores tem forma próprias de avaliar a qualidade de um artista ou música e seria bacana se postassem estas nos comentários.</p>
<p style="text-align: justify;">Obs.: Este post não mostra a minha forma de ver música, apenas parte dela somada a muita viagem em conceitos de outro ramo do conhecimento.</p>
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		<title>Strokes, a salvação do rock</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 20:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jpperes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Talkin' 'bout]]></category>
		<category><![CDATA[Green Day]]></category>
		<category><![CDATA[indie]]></category>
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		<category><![CDATA[U2]]></category>
		<category><![CDATA[Velvet Underground]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://istoemusica.bigmontz.com/wp-content/uploads/2009/07/the-strokes.jpg"></a></p>
<p>Eu demorei muito tempo para aceitar The Strokes em minha vida, isso só veio acontecer ano passado, graças a uma ex-namorada que é fã da banda e me convenceu a ouvir, porém não interessa a minha história com a banda aqui, então vamos ao motivo do post, a importância do The Strokes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://istoemusica.bigmontz.com/wp-content/uploads/2009/07/the-strokes.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-357" title="The Strokes" src="http://istoemusica.bigmontz.com/wp-content/uploads/2009/07/the-strokes-300x225.jpg" alt="The Strokes" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Eu demorei muito tempo para aceitar The Strokes em minha vida, isso só veio acontecer ano passado, graças a uma ex-namorada que é fã da banda e me convenceu a ouvir, porém não interessa a minha história com a banda aqui, então vamos ao motivo do post, a importância do The Strokes e porque, para mim, é a banda mais importante desde The Smiths.</p>
<p><span id="more-183"></span></p>
<p>Antes do Strokes aparecer, o rock estava chato e nada indicava para uma mudança. Tínhamos sempre os hits de um mesmo grupo de bandas, como o Red Hot Chili Peppers, U2, Oasis, o fenômeno pop punk e new metal, as vezes alguma baladinha de hard-rock e o hardcore, que sempre rolou pela nossa terrinha. Não que as músicas sejam ruins, eu sou fã de Green Day e de Oasis, o Red Hot Chili Peppers tem músicos excelentes, mas o que existia era uma espécie de mais do mesmo.</p>
<p>Em 2001 ocorreu o primeiro grande tapa na cara, que essa banda deu na música mundial. O lançamento do Is This It , um album com uma influência de Velvet Underground e Television criava um novo tipo de temática para o rock mundial. Eles fazem um som para cima, um som que soa cru e que ao mesmo tempo é algo novo, vemos uma guitarra que passeia por entre as belas linhas de baixo, vemos um vocalista que as vezes berra, as vezes sussurra, nunca parece desafinado e se torna essencial para a banda, e tudo isso com uma bateria que as vezes é tocado em um ritmo alucinante e as vezes faz uma levada mágica.</p>
<p>A partir desse disco, o rock passou a ganhar novamente aquele espírito de jovialidade, que não se via desde a época do Ramones e finalmente voltou a ter a pegada alucinante, que tinha muito tempo que não se via, mas sem deixar de parecer um album moderno, um album que está anos a frente do seu tempo, um album que merece ser colocado no mesmo patamar de importância que o clássico Revolver (The Beatles) e do London Calling (The Clash).</p>
<p>The Strokes abriu o mercado para bandas do cenário alternativo, mais do que qualquer banda tinha aberto anteriormente e,  junto com a internet, é o responsável por toda essa explosão indie. The  Strokes salvou o rock da chatisse, qualquer uma das bandas que tenha sido chamado de salvadora do estilo &#8220;pós-strokes&#8221; não existiria sem eles.</p>
<p>Os lançamentos posteriores não decepcionaram, foram grandiosos e incontestáveis no segundo disco, o perfeito Room On Fire (2003). Em 2006 lançaram o First Impressions Of Earth, um disco que chega a ser contestado pela crítica e pelos fãs,  no qual mudaram um pouco a sonoridade, mas sem perder a pegada característica, e que para mim está muito longe de ser um album ruim.</p>
<p>Nikolai Fraiture, o baixista da banda, disse que a banda não queria lançar o novo disco em 2009,  por ser um disco que está a frente do seu tempo e com certeza podemos esperar algo grandioso, porque esses 5 garotos (nem tão garotos mais) mostraram que podem surpreender o mundo, não me resta dúvida de que irão continuar demonstrando isso.  Segundo a gravadora dos garotos aqui no Brasil, Sony/BMG, o disco está previsto para sair no final do ano e com certeza será o disco mais esperado da música, porque parece que o mundo do rock alternativo precisa de alguma banda para seguir, alguma banda para tomar como referência para o futuro e,  hoje, essa banda é o Strokes.</p>
<p>Se vocês gostaram ou não do caminho que o rock seguiu, não está em discussão, mas o fato é que esse caminho foi desenhado por uma banda, os reis do rock alternativo ou indie rock (como queiram chamar). também conhecida como The Strokes.</p>
<p><em>Milhouse.</em></p>
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