Talkin’ bout: Rio de Janeiro….Cool as fuck!!! Um ano.

Um ano se passou do melhor show que fui na minha vida, este momento foi compartilhado milhares de pessoas num Citibank Hall lotado. Estranhamente o ficha ainda não caiu, no dia após ao show eu fiz um post sobre o que havia visto no dia anterior (clique aqui para ler), mas é mais um relato dos fatos e não das sensações.
Hoje, olhando para aquele dia, sinto que ao me dar de aniversário aquele ingresso para show eu estava me dando a passagem para um show que não sairia da minha cabeça. Até hoje eu me confundo se foi sonho ou realidade aquela noite, eu simplesmente estava fora de mim naquele dia, apesar de estar longe de palco e ver pouca coisa, parecia que era só eu, a banda, as gurias que estavam na minha frente (não as conhecia, foi sozinho ao show) e um coro de vozes vindas do além, de um mar de cabeças.
O meu sentimento em relação à aquele dia é o mesmo que tenho quando lembro as jogos do Fluminense (meu time de coração) na Libertadores de 2008, é uma mistura de saudosismo com a sensação de que aquilo tudo foi ontem. Estranha essa mistura temporal de distância e proximidade, ao mesmo tempo que a parede guitarras ainda esta zumbindo nos meus ouvidos, eu não lembro, por exemplo, de alguns detalhes que para muitos pode ser importantes, com a roupa que banda esta vestindo no dia (claro, quando olho fotos e vídeos do show eu recordo estes detalhes).
Outra coisa estranha é que quando eu fui à aquele show eu sentia que poderia ser o último da banda em terras nacionais, algo me dizia isso (não é forçar a barra). Com estes pensamentos na cabeça la fui eu curtir cada segundo show, acompanhar cada música cantando em firmemente como faço na minha idas ao Maracanã. Eu me sentia um torcedor do Oasis torcendo para banda fazer um grande show, e ela fez.
Apesar de Noel estar meio destacado, ele foi perfeito nas músicas em que cantou. Liam estava feliz e todos viam isso, ele esta falante e sua presença de palco era impressionante (ainda mais quando se trata de um vocalista que não é de fazer macaquisses, apesar de fazer algumas, como colocar a bandeira do Brasil na cabeça). Andy Bell e Gem foram preciso como ouvido em bootlegs, Chris Sharrock era um caso aparte, além de tocar bem, ele passa o contraste com a banda meio estática, ele dava movimento, coisa que o Zak também fazia.
Nos dias seguintes ao show lendo os posts do Liam no Twitter e do Noel em seu blog, vi que o show não tinha sido especial só para mim, mas para todos os que estavam naquele dia no Citibank Hall, inclusive a banda. Aquele foi um dia em que todo mundo fez muito bem o seu trabalho, a banda deu seu melhor tocando e o público deu o seu melhor jogando junto.
E você, tem algum relato em relação à aquele dia ou algum outro show da banda?
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