Bio: The National…Apartment Story! (Parte 1)
Nova Iorque, 1999. Uns amigos de Ohio se encontram e montam uma banda e chamam ela de The National. Assim começa a história da banda formado por Matt Berninger (Vocal), Aaron Dessner (Guitarra, Baixo e Piano), Bryce Dessner (Guitarra), Bryan Devendorf (Baixo e Guitarra) e Scott Devendorf (Bateria).
Primordios, The National e Sad Songs For Dirty Lovers (1999 – 2003)
Em seus primeiro anos, alguns integrantes da banda trabalhavam e foram envolvidos no quebra das .com em Nova Iorque. Em 2001, após ter feitos pouquíssimos shows a banda lança seu primeiro álbum, The National (2001), pela gravadora Brassland Records, fundada pelos irmãos Aaron e Bryce Dessner junto com Alec Hanley Bemis.
O primeiro álbum já mostrava muito da capacidade vocal de Matt Berninger, seu vocal grave é o grande destaque deste primeiro álbum. O som da banda nestes primeiro anos ainda não tem a densidade que mostraria no futuro e este álbum mostra muito disso, uma banda inexperiente gravando seu primeiro álbum. Assim a banda seguia tocando para grupo reduzido de pessoas, ainda presa ao universo dos apreciadadores de “indie rock“.
Dois fatos curiosos existem relacionados à músicas deste álbum de 2001, a música American Mary deu nome ao domínio de internet que a banda usa até os dias atuais (em uma entrevista a banda disse que nunca pensou em mudar este endereço, apesar de acharem que deviam) e 29 Years teve sua letra usada futuramente em Slow Show (música do 4º álbum da banda, Boxer).
A banda seguiu sua carreira ainda pela Brassland Records lançando seu segundo álbum Sad Songs For Dirty Lovers (2003). Este foi o primeiro trabalho da banda com o produtor Peter Katis (que viria a produzir os dois próximos da banda) e o inicio do reconhecimento da banda por parte crítica, publicações como a Uncut e o Chicago Tribune consideraram este álbum o álbum do ano. Neste período também, a banda foi chamada pelo DJ Bernard Lenoir duas vezes para tocar em seu programa na maior radio pública da França, France Inter.
O reconhecimento que a banda começava a receber em muito se devia a qualidade de músicas como Murder Me Rachael, Slipping Husband, 90-Mile Water Wall e Cardinal Song. A som da banda começava a caminha lentamente para o que seria em seus próximos álbuns, elementos eletrônicos, a limpeza do som e bom acabamentos das músicas seria uma constante na carreira da banda.
Cherry Tree EP e nova gravadora (2004)
Em 2004, a banda entra em estúdio novamente com Peter Katis como produtor e lança o EP Cherry Tree, este EP conta com a música que a banda mais gosta de tocar ao vivo, About Today, e All The Wine (que viria a fazer parte próximo álbum da banda), além de uma versão de Murde Me Racchael gravada no Black Sessions (programa do DJ Bernard Lenoir) e Reasonable Man (I Don’t Mind) gravada com participação de Padma Newsome.
Este EP foi o último trabalho da banda em sua própria gravadora pois a banda estava sentido que manter sua própria gravadora estava começando a ficar complicado demais. Assim, após o sucesso da turnê com o The Walkmen, a banda assina contrato com a gravadora Beggars Banquet Records e começa vida nova em uma gravadora um pouco maior.
Esta é apenas a primeiro post, daqui a 15 dias tem mais.
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Tags: Alligator, Bio, Indie Rock, Peter Katis, Post-Punk, Sad Songs For Dirty Lovers, The National













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