Grace/Wastelands – A estréia de Peter Doherty

Este é um post conjunto, as coisa que estiverem em Itálico foram escritar por BigMontz e as demais coisas foram escritas por JP.
Arcady: Uma música acústica, com o clima de acustica, com uma levada gostosa e que dita o ritmo desse novo Pete. Nota: 8
Eu ja achei ela não tão boa quanto o JP achou. Pra mim. Nota: 6.
Last of English Roses: É o primeiro single do disco, é outra música mais lentinha do que estamos acostumados, com violão e provavelmente uma guitarra semi-acústica. Bela batida, é algo que eu nunca esperava ouvir com o Pete, é meio que “moderno”, com algo de eletrônico, talvez influenciado por Graham Coxon, não sei explicar, ele mostra o quanto evoluiu nesses últimos tempo. Nota: 9,5
Muito melhor que a primeira, boa de ouvir, muito agradavel. Não vejo esta evolução toda, mas ta ok. Nota: 8
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1939 Returning: A música começa com uma orquestra, que vai acompanhando a música, mas sutilmente. Gostei do violão dela, a voz do Doherty combinou com a música, ela me dá uma sensação de ser uma música intimista. Nota: 8.5
Clima muito agradavél, sonoridade boa pra ouvir num final de tarde vindo do trabalho. Nota: 9
A Little Death Around The Eyes: Uma música com uma forte presença de orquestra, tem uma levada excelente, mas as vezes me parece um tanto quanto densa, pesada e tudo isso por conta da orquestra e um pouco por conta da guitarra (não, não esperem algo tipo rocker ou coisa assim, longe disso), boa música. Nota: 8
Mais uma tranquila musica acompanhada por orquestras, nem parece algo feito por um ex-libertines. Nota: 8
Salome: Uma música simples, bem tocada e a orquestra deixa o clima dela bem bonito, tem uns dedilhados bem bacanas Nota: 8
O viloão não é abandonado, continua levanda melancolica acompanhada pelo orquestra. Tom Yorke vai gostar bastante desta. Nota: 8
I’m The Rain: Excelente música acústica, para mim uma das melhores do disco, tem uma boa letra e a levada da música é muito boa, com direito a backin vocal bacaninha, mais para o final ganha corinho e se torna ainda mais contagiante para depois morrer suave, belo trabalho, excelente música. Nota: 9,5
Continuando o acustico do Peter Doherty, esta é mais uma levanda pelo violão e o canto do rapaz. Realmente tem cara de trabalho solo. Nota: 8
Sweet By And By: Essa música tem uma certa levada jazzistica, contem instrumentos de sopro e um pianinho, ela difere um pouco do disco em si e as vezes parece ter saido de qualquer musical antigo, deixa com vontade de sair cantalorando. Ela surpreende, e surpreende positivamente. Nota: 9
Com um clima meio old, meio jazz e meio circense a musica caminha, meio legal. Nota: 7.
Palace Of Bone: Uma música com uma levada mais animada que as outras, é bem gostosa de se ouvir. Nessa música a guitarra trabalha mais, mas o som é bem diferente dos Libertines ou do Babyshambles. Tem um final viajante. Nota: 8,5
Musica bacaninha…só isso. Nota: 7
Sheepskin Tearaway: Uma baladinha acústica com pegada meio folk, não tem muito o que falar dela, é só uma fantástica baladinha acústica. Dot Allison acompanha o Pete no vocal, linda voz da garota. Nota: 9
Balada bacana, a mocinha que acompanhou ele canta bem e tem uma guaitinha pra lembrar que é Peter Doherty. Nota: 8
Broken Love Song: É uma música com o clima denso, a mais pesada do cd, linda canção. Ela vai cresce com o tempo, boa guitarra, excelente piano e uma música em que a voz do Pete soa grandiosa, tanto quanto a música. A única do disco que não conta com Graham Coxon Nota: 9
A coisas mais proxima de rock vista até o momento no album e bom trabalho vocal do rapaz. Nota: 8,5
New Love Grows On Trees: Excelente música, o Graham deixa a música com um clima excelente, sem palavras para ela, a melhor do disco para mim. A letra dela é sensacional Nota: 10
A musica é muito boa, tem um clima excelente, mas ainda falta alguma coisa pra ser excelente, talvez eu ouvir direito. Nota: 9
Lady Don’t Fall Backwards: É uma música com clima de balada, excelente escolha para fechar o disco, é bastante gostosa de se ouvir. Nota: 8,5
E a tranquilidade reinou e fecha este album introspectivo. Clima de balada até me lembrou algo do Libertines em alguns momentos. Nota: 8
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Conclusão: Um belo album de estréia solo para o Peter Doherty, li uma matéria interessante que dizia que o “R” significava o amadurecimento dele, eu gosto demais do The Libertines e ele fez bons discos depois que saiu, com o Babyshambles, mas nesse disco solo ele mostrou que sabe fazer mais coisas do que um rock simples. Peter se mostra muito mais do que um junkie drogado, perdido na vida, um dos melhores discos que já ouvi e, para mim, ele se mostrou melhor músico e compositor que o Carl Barât, ex-parceiro de Libertines.
Muito bom álbum, ficou um pouco devendo aos fantasticos álbuns do Libertines onde ele e Carl Barât faziam um dupla fantastica, mas foi tão bom quando o álbum do Babyshambles (aliais, mais homegêno). Discordo do João quando ele diz que o Doherty mostrou ser melhor musico e compositor que o Carl Barât, Pete só mostrou que pode fazer coisas que não são na linha do Libertines, mas isso é só uma particuliaridade da personalidade do artista. Cheers.
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Tags: folk, Peter Doherty, uk













Mais uma vez, eu perdido hahahaha
tô começando a me sentir 120% inútil, não apenas 100
Simplesmente uma album adorável, sério não esperava isso do Peter. A minha música favorita é 1939 returning.
Um disco é ótimo, mas não barra o Libetines e Babyshambles. Mas para um primeiro cd solo, foi um excelente começo!
Pela minha conclusão deu a impressão de ser o melhor disco que o Pete já fez, mas libertines e Babyshambles são bem mais fantásticos e costumo gostar mais de coisas de junkies, perdidos nas drogas, do que em um album muito mais elaborado HAHAHA.
Só fiquei impressionado com o quanto o album é excelente, em tudo, é um disco belíssimo e nunca imaginei o Peter fazendo algo assim.